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As pulgas não dormem no ponto

Publicado em 10 - mar - 2015 Categoria: Destaques

A pulga pode viver por até 3 meses. Mas nesse curto período de tempo uma única pulga é capaz de pôr 2.000 ovos, infestando a casa toda. E 95% dos estágios da pulga (os ovos, as larvas e as pupas) ficam no ambiente e não no cachorro, conseguindo sobreviver durante o ano todo.

Os cachorros também podem se reinfestar fora de casa durante um passeio no parque ou quintal, hospedagem no canil, etc. O controle eficaz exige que todos os animais da casa estejam sempre protegidos contra pulgas.

Existe uma clara relação entre o número de dias que as pulgas adultas permanecem sobre um animal sem proteção e a quantidade de ovos que elas poderão colocar durante esse período, o que significa a perpetuação da infestação do ambiente e o surgimento de novas pulgas que poderão infestar o animal no futuro.

Calcule no quadro abaixo o risco que as pulgas adultas representam ao permanecer sobre seu animal de estimação.
Quanto maior o tempo, maior o número de ovos, larvas e pupas no meio-ambiente e maior o potencial de reinfestação sobre os animais.

Calcule o potencial de reinfestação de pulgas
Este é um cálculo baseado no fato de que pulgas adultas podem colocar aproximadamente 30 ovos por dia durante um período médio de 3 meses de vida.

O ciclo de vida das pulgas varia de acordo com fatores externos, tais como, a temperatura e a umidade ambiental, ou ainda, a disponibilidade de hospedeiros no meio-ambiente.

A pupa é uma forma de pulga que permanece “escondida” no ambiente (no fundo do sofá, do colchão ou mesmo nos tapetes e carpetes e frestas de pisos de madeira) por períodos de até 1 ano. Deste modo, novas pulgas podem se formar e infestar os animais, mesmo que eles não saiam de casa.

clique na URL abaixo para fazer o cálculo

http://www.merial.com.br/donos_caes/solucoes/calculo_reinfestacao/calculo_reinfestacao.asp

A pulga
A maior parte desses pequenos insetos marrons e sem asas, com mais de 2000 espécies e presentes no mundo todo, vive nos mamíferos, nutrindo-se do seu sangue e, quando passam de um hospedeiro para outro, acredita-se que possam levar germes de doenças graves. Além do mais, suas picadas causam um prurido intenso (sua saliva provoca a dermatite alérgica, queda de pelo e infecções bacterianas secundárias em animais mais sensíveis), o que estressa o animal; e anemia, dependendo da intensidade da infestação.

A Ctenocephalides spp, que acomete principalmente cães e gatos, quando ingerida, leva para o intestino a forma infectante de um verme cestóide, semelhante à Tênia, que causa irritação anal, diarréia com muco e sangue. Grande infestação pode causar crises convulsivas. O animal apresenta coceira na região anal, arrastando a região no chão, e ,às vezes, podem ser vistas as proglotes do verme, pequenos reservatórios de ovos, em volta do ânus ou nas fezes, semelhantes a grãos de arroz. E, sabemos, a Tenia é a “solitária” do homem. Portanto, estamos falando em uma zoonose (doenças transmitidas dos animais aos humanos). Por isso é importantíssimo vermifugar o animal quando apresenta pulgas. Converse com o seu veterinário, para que ele indique o vermífugo ideal.

Uma vez que a pulga só vai ao animal para se alimentar — vivem e põem os ovos no ambiente — é este o responsável pelas grandes infestações. Assim, deve-se atuar no ambiente e no animal simultaneamente, para o efetivo controle de infestação. Para tanto, saber do seu ciclo é fundamental. São necessários somente 16 dias para que esse inseto passe de ovo a larva, pupa e adulto capaz de postura. Diante dessa rapidez na reprodução, pode-se ter uma idéia de quão trabalhoso e frustrante é lidar contra uma infestação de pulgas.

O ambiente pode estar infestado e as pessoas que ali vivem não serem importunadas por eles. Isso acontece porque a pulga é espécie-específica, ou seja, existem pulgas que atacam humanos e outras que picam animais. A pulga de cães e gatos não vai atacar as pessoas enquanto ela tiver disponível uma fonte de alimento. Por isso é que o problema passa desapercebido, até que tome proporções catastróficas.

Existem medicamentos, sprays, xampoos e inseticidas que atacam as pulgas e suas larvas, mas nenhum deles atinge a pupa. Para cada caso há uma solução mais adequada, dependendo do grau de infestação, do tipo dos ambientes em que vive e freqüenta, do número e condições dos animais com quem tem contato e se é alérgico ou não. Por isso a conversa com o Veterinário é importante.

Como lidar com infestações – Dicas de protetores dos animais

para o ambiente

1- O uso tópico de produtos para o ambiente vai depender se existem animais, crianças e bebês no espaço, pois muitos deles são tóxicos. O fundamental e pouco agressivo ambientalmente falando e’ uma boa limpeza dos focos (com uma mistura de água e água sanitária) e aspiração, para remoção dos ovos. Não esquecer de mergulhar o saquinho do aspirador com o produto da aspiração na solução de água com água sanitária, para matar os insetos, ovos e larvas porventura capturados.

2- Lavar o local e os tapetes com uma mistura meio a meio de água com vinagre. Qualquer vinagre serve, mas para quem tem gatos, deve preferir o vinagre branco de maçã, que não fará mal a eles, mesmo que o ingiram quando se lamberem.Se for taco, use vinagre puro nos tacos soltos, para exterminar os ninhos. Deixe agir por uns 10 minutos e seque o local. Os tapetes podem ir para o sol. O vinagre branco não mancha, portanto não danifica os tapetes e estofados, mesmo se forem coloridos. Abra janelas e deixe a casa ventilar. O cheiro é forte. É bom deixar os animais longe durante a aplicação, assim como proteger o próprio rosto com uma máscara ou lenço.

para o animal

1- dar banho de pano nos gatos e cães com água morna e vinagre de maçã. Só um pouco de vinagre dentro de uma bacia com água. Além de proteger contra pulgas (que a gente pode trazer das ruas, de outros animais, do ônibus, do metrô), dá um brilho muito bonito no pêlo.

2- aplicar Frontline ou Topline. Este segundo, apesar de ser para bovinos, e’ mais barato por ml , e poucos ml são suficientes para um animal de companhia.

Orientações do site Veterinário Vida de Cão
www.vidadecao.com.br

Na casa: dedetização, 2 aplicações com intervalos de 3 a 4 semanas, ou uso semanal, no ambiente, de produtos anti-pulgas da linha veterinária (consulte o seu veterinário), até acabar com a infestação.
No cão: banhos anti-pulgas semanais e aplicação de produtos anti-pulgas tópicos de longa duração, ou a critério do seu veterinário.

Importante:
nunca use inseticidas contra insetos ou baratas no seu animal;
filhotes, fêmeas gestantes e gatos, não devem ser banhados com produtos inseticidas;
CONSULTE O VETERINÁRIO antes de usar qualquer produto anti-pulgas;
banhos anti-pulgas devem ser dados com o cuidado do animal não lamber o produto durante o banho. O mesmo para o uso de talcos. A ingestão do produto pode causar intoxicação;
animais com ferimentos abertos (feridas ou queimaduras) não devem ser tratados com produtos anti-pulgas tópicos (para passar, banhar ou aspergir).

É possível prevenir a infestação por pulgas?

O controle da infestação por pulgas se faz através de medidas simples:
banhos anti-pulgas freqüentes (quando for possível);
uso de produtos anti-pulgas de longa duração em gotas para aplicar topicamente ou spray;
deve-se evitar o uso do carpete em casas que têm animais. Pisos “frios” e bem rejuntados, sem frestas, evitam a proliferação das pulgas;
usar produtos anti-pulgas nas casinhas dos cães periodicamente. Tapetes ou cobertores de uso dos animais devem ser lavados com freqüência;
tosar os animais nas épocas mais quentes, para se controlar melhor as pulgas e facilitar os banhos;
alguns locais como praças, canteiros e jardins, podem ter focos de pulgas, por serem freqüentados por muitos animais. Se você perceber que o cão volta se coçando dos passeios, evite esses locais.

http://www.vidadecao.com.br/cao/index2.asp?menu=pulgas2.htm

Doenças causadas pelas pulgas

Muitos proprietários desconhecem que a infestação por pulgas pode causar muito mais do que uma simples coceira nos cães e gatos. As pulgas podem causar danos diretos ou indiretos à saúde do animal. É bem verdade que no verão o problema aumenta, pois a pulga encontra condições muito favoráveis à sua reprodução, ou seja, calor e umidade. Mas é importantíssimo combatê-las, não só nos meses quentes, mas durante o ano todo.

A seguir, algumas doenças que seu animal pode apresentar quando infestado por pulgas:

Dermatite alérgica à picada de pulgas: é uma das alergias mais comuns nos cães e gatos. É um problema que pode ser transmitido dos pais para os descendentes. A saliva da pulga causa uma forte reação alérgica no animal, desencadeando um prurido (coceira) muito intenso. Queda de pêlos, feridas, descamação e mau cheiro são sinais clínicos frequentes. Pode se desenvolver uma infecção na pele (piodermite). O tratamento é feito com antialérgicos, antibióticos (em muitos casos) e cicatrizantes. Como em qualquer outra alergia, não existe cura, apenas o controle. Os animais que desenvolvem a dermatite alérgica apresentam os sinais mesmo com pequenas infestações por pulgas. Assim, o combate ao parasita tem que ser intenso e é o único meio de se controlar a doença.

Verminoses: a pulga pode transmitir vermes a cães ou gatos. O mais comum é o Dipylidium caninum, que causa diarréia com muco e sangue. Os vermes tem aspecto de grãos de arroz quando encontrados mortos nas fezes ou pêlos, próximos à região do ânus do animal. Em grandes quantidades, o verme pode causar ataques convulsivos, uma vez que secreta uma toxina que age sobre o sistema nervoso. Todo animal que teve uma infestação por pulgas deve ser vermifugado.

Anemia: a pulga se alimenta de sangue. Assim, se o animal tiver uma grande infestação por um tempo prolongado, ele poderá apresentar um quadro anêmico. Animais jovens ou idosos são mais susceptíveis. A anemia tornará o cão letárgico e inapetente. De nada adianta tratar a anemia se o animal continuar infestado pelas pulgas.

Estresse: os animais podem ficar estressados mais irritados, e às vezes agressivos, quando infestados por pulgas. A coceira intensa pode fazer com que o animal pare de se alimentar e perca pêso. Animais cardíacos ou com alterações na coluna (calcificações ou “bico de papagaio”) podem ter o problema agravado pelo esforço constante em se coçar, chegando a ficar exaustos e ofegantes.

Transmissão de vírus: acredita-se que as pulgas possam transmitir vírus de um animal doente para outro sadio. Dependendo da carga (quantidade) de vírus que a pulga “carregue” e a capacidade infectante dos mesmos, o animal poderá desenvolver a virose.

Assim, você já percebeu que há motivos de sobra para combatermos as pulgas, que não só irritam o animal, como podem causar danos a saúde dos nossos amigões.

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