Curiosidades

A morte como ela é

Autor: João Salvador

A vida como ela é lembra Nelson Rodrigues. Mas e a morte, como ela é? Diversas doutrinas têm pontos diferentes ou comuns a respeito. Mas afinal, a morte representa o fim ou o recomeço de uma nova existência?

À espera de al-mahdi

Autor: Fernando de Almeida Lima

Ao amanhecer do dia seguinte deixei Al-Mahdi dormindo em seu quarto encanto. Não quis despertá-lo do sono, porque seria o mesmo que destruir a beleza de seu encantamento espiritual e profanar o mistério de seu segredo divino, guardado na ternura de seu coração.

China, que país é esse?

Autor: Martha Follain

China, que em mandarim, significa Tien Hia (aquilo que está sob o céu) é o país mais populoso do planeta, com cerca de 1 bilhão e 500 mil habitantes, uma área de, aproximadamente, 9 milhões 600 e 50 mil km², a leste do continente asiático, cuja capital é Pequim.

Maçonaria e segunda guerra mundial

Autor: Martha Follain

A Segunda Grande Guerra foi um conflito militar mundial, de 1939 a 1945, envolvendo vários países, divididos em duas forças opostas: Aliados – Estados Unidos, União Soviética, França e Inglaterra; e Eixo – Alemanha, Japão e Itália.

A burrice e a falsidade ideológica

Autor: Fernando de Almeida Silva

A burrice e a falsidade ideológica, seja individuais, seja coletivas me irritam. Irrita-me a falsidade nas pessoas, nas artes, na literatura, na música, na ciência. Irrita-me pensar em tudo que é falso, desde o pensamento abstrato e sem noção dos anarquistas sociais

Além das lágrimas

Autor: Fernando de Almeida Silva

Em 1968, caminhando pelas ruas do centro velho de São Paulo, encontrei no chão um pequeno pedaço de papel que chamou a minha atenção. Nele havia um texto, sem o nome do autor, que me deixou maravilhado.

O encanto do iluminismo

Autor: Fernando de Almeida Silva

Depois das mudanças na cultura do homem, promovidas pelo desenvolvimento intelectual do Renascimento (século XIV), marcando a transição entre a Idade Média e a Idade Moderna, que sucedeu à Idade Média (fim da Idade Antiga até o início da Idade Moderna – 1453), a decadência do pensamento barroco, deu lugar ao arcadismo, em 1700.

Pavimento mosaico

Autor: Martha Follain

“Todos os opostos – bem e mal, ter ou não ter, ganhar e perder, eu e os outros – dividem a mente. Ao aceitá-los nos afastamos de nossa mente original e sucumbimos a esse dualismo”. Tsai Chih Chung (1948- : cartunista, zen budista e pensador)

Ícaro, asas, abelhas e gaivotas

Autor: Martha Follain

Na Mitologia Grega, a história de Ícaro começa com seu pai, Dédalo. Ícaro era filho de Dédalo com uma escrava de Perséfone (deusa da terra e da agricultura, única filha de Zeus e de Demeter) chamada Náucrete.

Águia bicéfala e maçonaria

Autor: Martha Follain

A definição mais corrente de Maçonaria, e que pode ser encontrada em vários sites maçônicos, com algumas alterações, é:

O inferno são os outros

Autor: Martha Follain

“Obrigados a tolerar-se mutuamente, eles descobrem o verdadeiro inferno: uma consciência não pode furtar-se a enfrentar outra consciência que a denuncia”.

Corda de 81 nós

Autor: Martha Follain

“Maçonaria é uma ciência, uma filosofia, um sistema de doutrinas que é ensinado de maneira bastante peculiar e própria por suas alegorias e símbolos”. Albert G. Mackey (1807-1881– autor maçom)

Símbolos e rituais maçônicos

Autor: Martha Follain

Como instituição iniciática, a Maçonaria adota para o ensino e estudo de sua filosofia, a apresentação de símbolos e Rituais. Este método consiste na interpretação intuitiva dos símbolos e Rituais, e é eminentemente auto didático.

Debussy e o esoterismo fervilhante da “fin de siècle”

Autor: Raul Passos

Na virada do século XIX para o XX, eclodia em Paris um notável movimento artístico, o Simbolismo, que vai beber no esoterismo e na espiritualidade no afã de estabelecer uma ligação concreta entre as manifestações artísticas e as verdades essenciais veladas pelo Ocultismo

Alquimia

Autor: Martha Follain

Já na pré história o ser humano desenvolveu uma cultura mística. O medo do desconhecido e a necessidade de dar sentido ao mundo que o cercava, levaram o homem primitivo a criar sistemas de crenças e rituais “mágicos”. O homem buscava o significado dos fenômenos da Natureza e de sua própria existência.